Viena é eleita melhor cidade do mundo para se viver

November 23, 2018

 

Segundo levantamento encomendado pela revista britânica The Economist, Viena é a melhor cidade do planeta para se viver. A capital da Áustria desbancou Melbourne, na Austrália, que esteve no pódio por sete anos consecutivos e agora ocupa o segundo lugar no ranking. A pesquisa levou em conta aspectos como saúde, educação, infraestrutura e estabilidade econômica.

 

Ainda de acordo com a publicação, a baixa probabilidade de ser alvo de ataques terroristas e criminalidade praticamente na casa do zero foram os fatores que impulsionaram a vitória da cidade.

 

O terceiro lugar ficou com Osaka, no Japão, e na sequência vieram Calgary (Canadá), Sydney (Austrália),  Vancouver (Canadá), Toronto (Canadá), Tóquio (Japão), Copenhague (Dinamarca) e Adelaide (Austrália).

 

Devido aos índices de criminalidade mais elevados e a alta densidade populacional, grandes capitais como Paris, Londres e Nova York ficaram de fora do topo, conquistando respectivamente as posições 19ª, 48ª e 57ª.

 

Embora a vice-campeã Melbourne seja considerada superior em categorias como preservação ambiental e atividades culturais, Viena oferece ótimas possibilidades de roteiro aos viajantes.

 

Além de ser repleta de espaços verdes e prédios de notável beleza arquitetônica, a cidade conta com impressionantes lagos e vinhedos em sua extensão. O Rio Danúbio, segundo maior de todo o continente europeu, é outra atração presente por lá.

 

Confira alguns dos programas imperdíveis para se fazer na capital da Áustria:

 

Palácio Imperial de Hofburg – monumental, barroca e imperial, a construção é datada no século XIII. Um dos principais cartões-postais de Viena, o lugar possui abóbodas e estátuas em tons de verde turquesa e detalhes dourados.

 

Palácio de Schönbrunn – a construção é para a Áustria o que Versalhes representa para a França. Com mais de 1400 quartos e mobílias que datam de mais de 300 anos, impressiona pela grandiosidade. Tão impressionantes quanto são os jardins barrocos na frente da antiga moradia de Maria Teresa, única mulher a governar o país durante o período monárquico, que são milimetricamente podados e merecem a visita durante uma tarde ensolarada.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Catedral de Santo Estevão – símbolo do catolicismo romano, é um dos prédios góticos mais antigos de todo o continente europeu. Repleta de catacumbas e antiguidades em seu interior, trata-se de um exímio exemplo de arquitetura religiosa e está localizada exatamente no centro da cidade.

 

Museu de História da Arte – aos amantes das artes, uma ode. De inspiração renascentista e inaugurado em 1891, o espaço reúne em seu acervo obras magistrais de grandes pintores como Rafael, Velázquez e Vermeer, itens milenares das culturas chinesa e egípcia, além de esculturas icônicas, como o Teseu, do escultor Antonio Canova, e o busto do patrício romano Julio César.Biblioteca Nacional – erguida na Idade Média pelos Habsburgo, família da nobreza austríaca e uma das mais importantes do período, a biblioteca conta atualmente com mais de sete milhões de registros entre livros, mapas e até mesmo papiros. Sua arquitetura segue os padrões austríacos de beleza opulenta.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Ópera Estatal de Viena – palco da Orquestra Filarmônica da cidade, a casa merece ser visitada por pelo menos uma noite. De Mozart a ícones da ópera teatral, os amantes de música clássica devem se emocionar com o repertório apresentado por lá.

 

Rathaus – sede da prefeitura e do conselho municipal de Viena, o prédio abriga também a Assembleia do Estado e o histórico restaurante Wiener Rathauskeller, onde são servidas iguarias vienenses como o ragu de coração e pulmões de bezerro. Antigo palácio e atualmente localidade oficial do governo, é um outro marco gótico da capital.

 

Donauturm – aventureiros de plantão podem se dirigir à torre, com 252 metros de altura, para realizar uma atividade interessante: enfrentar uma queda de 152 metros da plataforma de bungee jump. Cercada por natureza, a atração também é ideal para quem quiser apenas apreciar uma vista de tirar o fôlego.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Hundertwasserhaus – visualmente semelhante ao Caminito portenho, a versão europeia é moradia de pintores, intelectuais e criativos vienenses desde 1985, quando foi arquitetada pelo famoso artista Friedensreich Hundertwasser para ser o “lar da natureza e da humanidade”. Embora não esteja aberta para visitação, vale pelo entorno.

 

Naschmarkt – o último tópico não poderia ser destinado a outra coisa senão um belo mercado local. Depois de passeios históricos e culturais, um pouco de aventura, arte e descontração, nada melhor do que algum souvenir, artigo vintage ou mesmo alimentos tipicamente produzidos na região. Popular empório desde o século XVI, o simpático local oferece todos esses itens e mais um tanto.

 

E o melhor é que todos estes endereços podem ser visitados através de um eficiente e barato serviço de transporte público!

 

Fonte: www.viagemeturismo.abril.com.br

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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