Ahhh, a África do Sul...

November 15, 2018

 Com paisagens de tirar o folego, a África do Sul é um dos destinos mais completos em questão de possibilidades de passeios: tem praia, tem vinhos, tem cidades cosmopolitas e claro, tem safáris.

 

Não é a toa que fotos (e muitos vídeos nos stories) de Cape Town, Stellenbosch e do Kruger Park dominam no seu feed nas redes sociais: o país é apenas sensacional (sim, aqui escreve uma fã de carteirinha!).

 

A Cidade do Cabo (também conhecida sem ter sua tradução como Cape Town) combina paisagens de montanhas e praias, ótima cena gastronômica e cultural, além do clima muito agradável.

 

Em cinco a seis dias inteiros, você consegue se apaixonar e sentir toda energia da cidade, tão importante historicamente para o país (e para o mundo, também).

 

Tire um dia para conhecer as praias (de águas gélidas, quase congelantes), como a badalada Camps Bay: grande faixa de areia, calçadão com bares e restaurantes (concorridíssimos, especialmente aos finais de semana) e visual lindo no por do sol de um lado e da incrível Table Mountain de outro.

 

Já Clifton Beach, que na verdade é ‘as Clifton’, pois é dividida por pedras em quatro praias (chamadas de 1, 2, 3 e 4), cada uma com acessos separados e focada em um tipo de público: desde famílias com crianças a jovens em busca de badalação.

 

Mais central, Sea Point tem calçadão ótimo para caminhadas e claro, para curtir o pôr-do-sol (como em todo ponto da cidade, já que o sol se põe no mar), sem muita possibilidade de aproveitar o mar, devido as pedras, é um bairro residencial cheio de restaurantes bacanas. Além de ser endereço de várias escolas de inglês, então, o público o mais diverso possível, com estudantes (de todas as idades) dos mais diversos lugares do mundo. Afinal, há quem não agrada a possibilidade de estudar uma língua pela manhã e curtir praia e belas paisagens a tarde?

 

A região de Green Point é mais conhecida pelo (enorme) elefante branco estádio da cidade do cabo, construído para a Copa do Mundo de 2010 e muito pouco utilizado, já que o futebol não é o primeiro esporte dos sul-africanos.

 

Mas o destaque mesmo (real oficial) desta região é Victoria & Alfred Waterfront uma mistura de shopping (in door e out door) com restaurantes, hotéis, cervejarias, aquário (imperdível) e muitos eventos culturais.

 

Saindo do píer do V&A, em uma viagem de barco (cerca de 40 minutos) você aporta em Robben Island, a ilha foi uma prisão durante muitos anos e recebeu célebres presos, como o famoso ídolo sul-africano Nelson Mandela. Símbolo único do espírito humano sobre a adversidade, o sofrimento e a injustiça com uma rica história de 500 anos’, como define a organização do museu, visitado anualmente por milhares de pessoas ansiosas por entender e honrar os aspectos importantes que a historia da ilha representa. A visita à antiga prisão, que funciona como museu atualmente é acompanhada por guia que sabem bem as historias do local: são antigos presos do regime Apartheid.

 

Mas não pense ainda que acabou, a região do centro mesmo da cidade, e bem movimentada, é centro financeiro e comercial de Cape Town, com alguns bons museus contando a historia da cidade.

 

Um dos bairros mais tradicionais da cidade, Bo-Kaap (que significa acima do Cabo, em português) é famoso por suas casas coloridas. Durante os anos do apartheid, o bairro era considerado uma favela e é este o significado das casas coloridas: simbolizar a diversidade racial.

 

Nos arredores (sim, porque nos arredores tem muito mais, e pensando bem talvez cinco a seis dias sejam pouco para conhecer a região) os destaques ficam com a região vinícola, sendo Stellenbosch a cidade mais conhecida. É possível hospedar-se nas vinícolas (são mais de 200 e muitas delas são hotéis de altíssimo nível) para aproveitar da melhor combinação de degustação de vinhos com a gastronomia premiada.

 

E por último, e não menos (não mesmo) importante e impressionante o combo do Cape of Good Hope + Borders Beach + Muizenberg, também conhecidos como Cabo da Boa Esperança, praia dos pinguins e praia das casinhas coloridas.

 

A melhor época? Bom, vai depender do seu maior interesse, o clima é agradável o ano inteiro, não tem verões nem invernos extremos, mas para cada atividade há uma estação mais apropriada.

 

Já estão apaixonados pelo país como eu? E nem falamos sobre os safáris, mas esse acontecimento deixamos para um próximo post.

 

Até lá, vai organizando as próximas férias e reservando aí uns 10 a 12 dias para esse destino espetacular (e quem sabe mais uns cinco dias para combinar com as paradisíacas Ilhas Mauricio ou llhas Seychelles?!).

 

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